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je · vous · salue, · bain-marie


um diário com substância. perdão, sustança.

Recent Entries · Archive · Friends · User Info

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il m'est bien evident que j'ai toujours eté race inférieure. je ne puis comprendre la revolte. ma race ne se souleva jamais que pour piller: tels les loups ala bête qu'ils n'ont pas tuée.


desculpa, amor, eu tou lendo rambô no original.
Current Mood:
nerdy nerdy
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esse domingo eu fui ver "kseni - a estrangeira", ópera da jocy de oliveira, baseada na história da medéia.
eu não sabia muito bem o que esperar. fiquei surpresa, num bom sentido. o que vi não se parecia em nada com uma ópera, como a gente está acostumado a ver, com orquestra e árias e historinha linear...
eram poucos instrumentos, muitos "inventados" (tipo uma chapa de metal pendurada do teto que o cara tocava com um arco de cello). duas cantoras/ atrizes faziam o papel de medéia, recitando em português e cantando (na maior parte do tempo) em alemão. alguns trechos eram gravados. o espaço do palco e a iluminação foram muito bem explorados. a coisa toda era muito performática na falta de palavra melhor. na verdade, a jocy prefere chamar de "música-teatro", talvez seja mesmo mais apropriado. fiquei impressionada, foi muito bacana.

os cenários e figurinos eram do jun nakao. achei muito pretenso e malfeito. foto aqui: http://www.sescsp.org.br/sesc/revistas/subindex.cfm?Paramend=1&IDCategoria=4527 .
o figurino original, aparentemente, é este: http://www.movimento.com/site_movimento/mostraconteudo.asp?mostra=2&escolha=5&codigo=3330 , muito mais simples, muito melhor. não deveria ter sido mudado.

a jocy de oliveira é uma compositora brasileira contemporânea, que estudou com o stockhausen e o john cage. eu conheci o trabalho dela há pouco tempo, mas gosto muito.
vão ver mais em http://www.jocydeoliveira.com . tem samples de áudio pra baixar, inclusive um trecho dessa ópera.

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ah, a favelech! ah, os fefelechentos!

te falar, o debate até que foi legal. tipo, mesmo. boa parte do foco ficou no pcc, como era de se esperar. a gente sabe que boa parte da culpa pela existência do pcc é da sociedade mesmo, foi a gente que criou as condições e pá e tal (a culpa é do sistema, mano). vocês sabem do que eu estou falando: se tu tá na merda, e te dão a opção entre vender bala no farol e continuar miserável, ou pegar numa arma, ter dinheiro e ser respeitado pelo resto dos mano truta malandro, a escolha é muito óbvia. falaram muito da situação dentro dos presídios, que é ainda pior do que eu supunha, e que dá motivo e condições pro povo que tá lá dentro se organizar e tomar alguma atitude. certos eles não estão, mas ninguém ofereceu outra alternativa.

o chato, como sempre, é quando abrem pras perguntas.
vocês sabem como é. toda aquela molecada caucasiana e bem nutrida, de no máximo vinte anos, achando que conhece tudo. puxando o microfone e citando filosofia pela orelha, por meia hora, pra mostrar o quanto são "cultos" com a desculpa de que vai "discutir". achando que debates na faculdade vão fazer do mundo um lugar melhor. eu não tenho mais paciência pra essa gente.

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BRITISH arms manufacturer BAE Systems is designing "environmentally friendly" weapons, including "reduced lead" bullets, "reduced smoke" grenades and rockets with fewer toxins.

por que a indústria de armas é super ética e se preocupa com você.

mais aqui.
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macacos me mordam, por diabos parece que eu sou a única criatura dos sete mares que achou legal esse negócio de falar que nem pirata, arrrr?
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com mil milhões de macacos saltitantes, hoje é o dia de falar como pirata, yarrrr!
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é terrível pra mim admitir isto, mas eu, danieli moreira, também pinto florzinha. florzinha e natureza morta.
são meus exercícios (quase) diários, que agora eu tou blogando. a inspiração anda fraca, mas não posso deixar o pincel secar.

alguns de vocês têm blog, né? blog blog, fora do LJ. têm? ME ADD AE PLZ BLZ FRMZ VLW TE ADD TB BJOSS!!!!11

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- nossa, como você está diferente!
- :|
- é o cabelo, né?
- :)
- o que é que você fez? cortou?
- :(
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1 - abram o soulseek;
2 - procurem por "suite for toy piano", do john cage;
3 - baixem;
4 - abram;
5 - escutem;
6 - morram por excesso de fofura.
Current Mood:
:) :)
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o próprio pessoal do RH tinha me dito que sairia depois da eleição, vai entender.
eu não tou conseguindo acessar a nossa página pra ver os detalhes. depois, quando puder, passo mais info e o link pro pdf do edital.
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marli é o futuro.
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- Eu quase nem uso o msn, não me adaptei bem. Você sabe, eu sou do tempo do icq, e tal.
- Icq, é? Ah, eu sou da época do mIRC, ainda!
- Bah, eu peguei o tempo das bbs. Vocês não têm noção do que é isso.

...

- E você?
- Eu?
- É, de que época você é?
- Bom... eu lembro que, no meu tempo, o orkut era todo em inglês, e...

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CAPS LOCK DAY IS A CELEBRATION OF LIFE AND FOREVER SCREAMING TEXT FOR ALL ETERNITY AND LOVE
http://www.derekarnold.net/capslockday/
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- mas você quer MESMO parar de fumar?
- é claro que eu quero!
- eu posso ajudar.
- mesmo?
- eu posso urinar num punhado de cigarros, deixar secar, e trocar um destes por um cigarro aleatório do seu maço. você nunca vai saber qual deles foi premiado e vai sempre pensar duas vezes antes de acender um.
- acho que eu não quero parar de fumar tanto assim.
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Cena: o auditório de um centro cultural, ou um espaço público montado para um evendo do tipo "café filosófico".
O palestrante termina de falar, e abre para questões da platéia. Adiantando-se aos universitários de barba rala, três mulheres, entre 21 e 35 anos, que não estavam juntas, pedem o microfone. A primeira a falar é a do meio.
- Alguém tem alguma pergunta para abrir o debate?
- Eu tenho, eu tenho!
- Pode falar.
- Qual é o seu signo?
Confuso, sem ter certeza se a questão era sobre semiótica ou o que, o palestrante pega seu microfone e hesita. A segunda mulher, a mais nova, toma o microfone da platéia e pergunta:
- Você tem namorada?
Burburinho. A terceira mulher, 35, anos, acima do peso, toma o microfone e exclama:
- Faz um filho ni mim!!
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Será lançada, no dia 03 de agosto de 2006, às 20h00, no Centro Universitário Maria Antonia, a sétima edição na revista Número.
A publicação patrocinada pela Universidade de São Paulo (USP) e apoiada pelo Centro Universitário Maria Antonia desde seu início, conta a partir desta edição com os apoios do Centro Cultural São Paulo e Pinacoteca do Estado.
A revista Número, que agora possui 32 páginas contra as 28 anteriores, traz nesta edição o exercício de lançar luz sobre possíveis relações e embates percebidos na equação arte e real. De modo geral, a Sete apresenta textos sobre procedimentos artísticos que se aproximam de documentações, artigos que analisam o retorno a certos esquemas representativos, além de reflexões sobre possibilidades de inserção e transformações no tecido do real. Para tanto, esta edição conta com a colaboração de Bruno Zeni, Paula Alzugaray e Rodnei Nascimento, e projeto gráfico do artista mexicano Erick Beltrán.
Para o lançamento da Número Sete será promovido um debate acerca do tema da edição, que contará com as presenças de Felipe Chaimovich e Wagner Morales, e a exibição do vídeo Plínio Ramos 82, de Chico Linhares e Melina Anthis.
Na ocasião, também será lançada a versão eletrônica da Número (www.revistanumero.org), onde os leitores poderão encontrar textos desta e de edições anteriores, bem como material inédito.
A revista Número é uma publicação gratuita, voltada ao debate crítico sobre arte contemporânea e que visa estimular a reflexão crítica sobre o panorama artístico nacional e promover uma maior circulação das artes visuais e seus entornos mediante artigos, resenhas de exposições, verbetes, entrevistas e intervenções de artistas convidados. Cada edição é dedicada a um tema que se articula com questões candentes do repertório da atualidade.

Data: 03 de agosto de 2006.
Horário: 20h00.
Local: Centro Universitário Maria Antonia – salão nobre.
Entrada gratuita.

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